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Amanhecer para acolher quem sofre e protestar contra o genocídio

Líderes religiosos, movimentos sociais cristãos, pastores e pastoras, padres e interessados em geral, em articulação com mandato do da deputada Mônica Francisco, que é pastora, promoverão o amanhecer “Fome e Sede de Justiça: que não faltem a água e o pão”, no dia 19 de junho, a partir das 6h da manhã.

Os participantes nas proximidades de suas comunidades religiosas, para evitar aglomeração, promoverão ações em solidariedade às milhares de famílias que perderam pessoas para a Covid-19, as que estão em situação de vulnerabilidade e em protesto contra a falta de estratégia do governo federal para combater o coronavírus e proteger a vida da população.

A data escolhida é cheia de simbolismo, pois o Dia nacional do Luto é celebrado nela e os manifestantes, evangélicos e católicos, lembrarão as quase 500 mil vidas perdidas para a covid.

“O Amanhecer é nossa forma de dizer que esperamos um novo dia, em que haverá igualdade e justiça, que toda lágrima do nosso olhar será secada. É o dia de mostrarmos nossa solidariedade a todos que sofrem e é o dia de mostrar nossa indignação contra todo descaso desses governantes, cuja estratégia é nos matar com o vírus, de fome ou de tiro”, afirmou a pastora e deputada Mônica Francisco.

O evento surgiu a partir da articulação do grupo de trabalho de Fé e Política e conseguiu reunir pessoas de diversas vertentes que defendem a democracia e a fé cristão; o amor ao próximo, a solidariedade, o respeito, o acolhimento e a inclusão.

Para as manifestações vale colar cartazes com palavras de esperança, versículos bíblicos, mural para as pessoas escreverem os nomes dos seus queridos, doação de água e pão, flores, velas e toda forma de manifestação pacífica.

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